Nessa conferência, Fernanda Zacharewicz defende que, na jornada que se inicia ao aceitar o sujeito como analisante, cabe ao analista buscar escutar o efeito do significante no advento do significado.
Por que entregar a direção da cura a uma analista e não outras pessoas se a transferência ocorre em diversos âmbitos da vida do sujeito? Porque analista é aquele que não retrocedeu ante o horror de saber. Sabe-se rebotalho e não escamoteia esse saber.
Isso faz toda a diferença.